O desafio nesta quarentena é manter a criançada ocupada em casa. Obviamente que os eletrônicos ajudam a entreter boa parte do tempo, principalmente para os pais que estão no isolamento social trabalhando em home office.

Amarelinha, esconde-esconde, caça ao tesouro, quente-frio, stop e mímica, são algumas das brincadeiras antigas que podem ser resgatadas e inseridas na rotina das crianças nessa quarentena. Nas dicas a seguir, produzidas pelo Colégio Adventista, há o destaque para que haja uma adequação da brincadeira aos dias de hoje, como: brincar de stop deve conter nas colunas assuntos que eles tenham interesse como: séries de tevê, desenhos animados, jogos de internet, nome de internautas, por exemplo.

Resgatar as brincadeiras e jogos de antigamente ajudam a criança a aprender a se expressar, lidar com os sentimentos, resolver conflitos, respeitar regras, cooperação e estratégia.

Neste período de isolamento, a proposta do Colégio Adventista é o de tentar dar ‘férias’ para a tecnologia. Confira algumas brincadeiras de antigamente que podem acontecer dentro de casa e explica os benefícios no desenvolvimento das crianças.

Amarelinha: pode ser desenhada em qualquer espaço e desenvolve as noções espaciais, auxiliando na organização corporal, motora e também desenvolve a musculatura da criança, pois desenvolve a consciência corporal.

Caça ao tesouro ou quente ou frio: é uma brincadeira em que um objeto é escondido e quem o escondeu dá dicas conforme estejam próximos (quente) ou longe (frio). Desenvolve agilidade, atenção, concentração, raciocínio lógico, estratégia.

Esconde-esconde: é uma ótima atividade de gasto energético, pois desenvolve a agilidade e noção de espaço, mesmo dentro de pequenos espaços.

Mímica: Com lápis e papel escreva nomes que tenham a ver com o cotidiano das crianças como, nome de jogos de videogame, de youtubers, de filmes. Desenvolve a criatividade, desinibição, socialização, raciocínio rápido,

Stop: Precisa de papel, caneta, bom vocabulário e conhecimentos gerais. Defina categoria, as mais comuns são “nomes”, “animais”, “frutas”, “cores”, “localidades”, mas isso pode ser adaptado para a idade de quem brinca ou de temas de interesse da faixa etária. Discussões sobre se algum item vale ou não, são regra da brincadeira.

Vivo ou morto: ótima brincadeira para desenvolver a atenção plena, observação, percepção auditiva e reflexo rápido.

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